MEMÓRIA E IDENTIDADE PRESENTES NA OBRA “CAZUZA” DE VIRIATO CORREIA

Autores

  • Erika Maria Albuquerque Souza
  • Solange Santana Guimarães Morais Morais

Resumo

Em 1938, o maranhense Viriato Correia publica seu livro Cazuza, que faz parte de sua produção infantojuvenil. Narrado em tom memorialístico, o romance faz um relato histórico à época em que foi lançado. Apresentando-se ao leitor como um autor-personagem, visto que o menino Cazuza, é o próprio Viriato em seus tempos de meninice. Dessa forma, conservando as temporalidades do lugar, Correia escreve um romance em que é possível conhecer os costumes, as crenças e a religião do povo maranhense. Outrossim, levantando discussões sobre os métodos de ensino vigentes a época, a ideia de pátria, a diferença de tratamento entre ricos e pobres, bem como as relações migratórias campo-cidade presentes em todo o enredo. Objetiva-se, portanto, analisar as presenças da memória e da identidade na obra Cazuza, assim como as suas importâncias em todo o enredo. Destarte, o presente trabalho mostra-se como um recorte de um projeto de pesquisa, em andamento, intitulado: Cenas de meninice: a produção literária infantil do escritor maranhense Viriato Correia. A pesquisa ora desenvolvida, caracteriza-se como um estudo bibliográfico e documental, destacando-se dentre as teorias estudadas: CANDAU (2012); EAGLETON (2019); HALBWACHS (1990), entre outros.

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Publicado

2021-01-17

Como Citar

SOUZA, E. M. A. .; MORAIS, S. S. G. M. MEMÓRIA E IDENTIDADE PRESENTES NA OBRA “CAZUZA” DE VIRIATO CORREIA. Revista de Estudos Interdisciplinares, Cacoal-RO, v. 2, n. 1, 2021. Disponível em: http://periodicos.editorabm.com.br/index.php/rei/article/view/35. Acesso em: 17 out. 2021.